Era no inverno, e o João da Agualva estava passando a noite em casa de uma boa velha, a tia Margarida, viúva de um caseiro do marquês de Belas, e mãe do Francisco Artilheiro, que, depois de ter servido cinco anos em artilheria, como indicava o seu sobrenome, viera para Belas ajudar a mãe a cuidar de umas leiras de terra, que a velhinha herdara do marido.
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